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De acordo com a Escala de Pittsburgh, nos pacientes com grande perda ponderal, existem 3 tipos de deformidade mamária:

1- ptose leve, parênquima adequado e sem flacidez cutânea;
2- ptose graus II ou III, flacidez cutânea, atrofia leve do parênquima e sem desvio medial significativo do complexo areolopapilar (CAP);
3- deformidade mais acentuada, com ptose significativa, grande flacidez cutânea, atrofia intensa do parênquima e desvio medial do CAP.

Após rápida perda ponderal, as mamas evoluem com ptose acentuada, flacidez e perda de projeção no polo superior, em decorrência das alterações qualitativas da pele, com perda de sua elasticidade natural. Além disso, existe uma sobra de tecido nas regiões axilar e toracolateral indesejável, que causa deformidade no contorno corporal e, consequentemente, insatisfação da paciente. Essa deformidade, muitas vezes, não é passível de correção somente com lipoaspiração, sendo necessária ressecção cirúrgica na maioria dos casos.
O objetivo da cirurgia nesses casos é atingir simetria em tamanho e formato, tanto da mama como do CAP. A combinação de mastopexia com aumento se faz necessária em decorrência da presença de ptose e depleção de volume, podendo ser realizada em estágios ou em tempo único. Tradicionalmente, o aumento é realizado com implantes de silicone, obviamente associados aos riscos inerentes ao procedimento, a saber: contratura capsular, sangramento, rupturas, wrinkling/dobras, infecção, sombras na mamografia, calcificação da cápsula e mau posicionamento (este último muito comum em pacientes com grande perda ponderal).

Mais recentemente, as atenções se voltaram para o aumento da mama com tecido autólogo, o que, além de evitar as complicações relacionadas ao implante, também representaria economia, pela não utilização da prótese. Isso se torna particularmente valioso quando a paciente reluta em aceitar a prótese.