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A braquioplastia foi inicialmente descrita em 1954 por Correa e Fernandes , porém, com cicatriz resultante inestética. Desde então, diversos aprimoramentos foram realizados na técnica como o posicionamento da cicatriz no sulco braquial e a ressecção do excesso gorduroso longitudinalmente, descrito por Baroudi em 1975 ; e a descrição do retalho quadrangular no braço com ressecção e fechamento da cicatriz axilar em T em 1979 por Júri et al. Com o advento dos pacientes com perda ponderal maciça após cirurgia bariátrica, estes procedimento voltou a ser realizado em grande escala e, mais recentemente, ressecções em “L” foram descritas por Hurwitz e Aly , preconizando o posicionamento da cicatriz em posição mais inferior, com a técnica de marcação em dupla elipse.
A correção da lipodistrofia de braços, cotovelos e parede torácica lateral em um único tempo cirúrgico foi descrito por Pitanguy em 1979 e vem sendo utilizada com resultados satisfatórios, diminuindo o número de intervenções cirúrgicas a ser realizado e tratando o tronco superior como uma unidade estética. O procedimento da tóraco-braquioplastia atual consiste em estender a linha de excisão da braquioplastia, passando pela linha axilar média até o sulco inframamário.
Diversos trabalhos avaliam a qualidade dos resultados pela ótica do cirurgião, avaliando permanência de resultado, complicações, tempo cirúrgico, entre outras variáveis cirúrgicas. Atualmente com diversas técnicas já estabelecidas e suas complicações descritas e quantificadas, uma nova consideração se apresenta, a satisfação do resultado pelas próprias pacientes, tanto em termos funcionais (dor, retorno às atividades laborais e sexuais, etc) como psicológicos.