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Câncer de mama: tem cura?

O câncer de  mama é o segundo mais frequente no mundo, e o mais comum entre as mulheres.  Estimativas do Ministério da Saúde são de 52.680 casos novos em 2012.

Com o aumento na incidência da doença, aumentaram também os questionamentos quanto aos tratamentos e às formas de reconstrução da mama. É sabido que quanto mais precoce o diagnóstico, maiores são as chances de cura e sobrevida. Na população mundial, a sobrevida média em 5 anos é de 61%, mas no Brasil, devido aos diagnósticos do câncer  em estágios mais avançados, essa taxa de sobrevida é menor.


O ideal, quando se fala em diagnóstico precoce, é detectar o câncer antes da  formação de nódulos (ou “caroços).  Assim, toda mulher sem história familiar, deve começar a realizar mamografia  e consultar um mastologista anualmente a partir dos 35 anos de idade. Em situações em que existam fatores de risco (história familiar, câncer de ovário, etc), essa pesquisa deve ser iniciada a partir dos 30 anos. Na mamografia podem ser visualizadas alterações sugestivas de câncer antes mesmo da formação dos tais nódulos, aumentando as chances de cura.

Toda área suspeita deve ser biopsiada, e se  confirmado o diagnóstico de câncer, essa área deve ser retirada através de cirurgia. Dependendo do tamanho do tumor, pode ser realizada uma ressecção parcial da mama (setor ou quadrantectomia), ou ressecção total (mastectomia).  Uma análise microscópica e laboratorial da peça cirúrgica irá determinar se a paciente realizará também a radioterapia e quimioterapia (chamados de terapia adjuvantes). Assim, vemos que o tratamento do câncer de mama consiste em cirurgia e tratamento adjuvante, quando este for indicado.

Dessa forma, o alcance da cura no câncer de mama é possível, e depende do diagnóstico precoce, tratamento cirúrgico adequado, com retirada de todo o tumor, e aplicação dos tratamentos adjuvantes quando estes forem indicados.